Em reunião na Maçonaria, Hildon Chaves anuncia entrega de 40 mil escrituras em um próximo mandato

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Até o final da gestão do prefeito Hildon Chaves (PSDB), que concorre à reeleição em Porto Velho com o número 45, serão entregues 11.500 títulos aos proprietários de imóveis. “Em um próximo mandato será possível entregar 40 mil novas escrituras”, explicou o candidato, durante reunião ocorrida na Comissão de Política e Cidadania da Grande Loja Maçônica do Estado de Rondônia (Glomaron), conduzida pelo sereníssimo grão-mestre Paulo Benevenute Tupan.

Após apresentar suas propostas, Hildon Chaves respondeu a perguntas, sendo que a primeira delas envolveu a regularização fundiária. Ele citou que somente no distrito de União Bandeirantes foram entregues 2.500 títulos definitivos. “Na campanha passada não assumi compromissos, pois não sabia o que poderia ser feito. Agora é diferente”, adiantou.

Caso seja eleito para trabalhar durante mais quatro anos, Hildon Chaves assegurou que a prefeitura poderá entregar 40 mil escrituras, porque passará a trabalhar com georreferenciamento. Ele detalhou que até então os documentos são feitos um a um, de forma praticamente manual. “Com o georreferenciamento não vamos entregar 100% das escrituras, mas avançaremos muito. Nós já atendemos moradores de bairros como o Panair, Arigolândia e Pedrinhas”, citou.

Em relação a água e esgoto, o candidato Hildon Chaves lembrou que a prefeitura, há anos, concedeu à Caerd a exploração desses serviços, mas as metas prometidas pela empresa nunca foram cumpridas. Ele citou que 97% da arrecadação da companhia é para a folha de pagamento. “Mesmo comercializando um item essencial em caráter de monopólio a Caerd consegue ir à falência”, acrescentou.

Para resolver essa questão a prefeitura iniciou um processo de Parceria Público Privada (PPP). Assim, três das maiores empresas da América latina estiveram em Porto Velho desenvolvendo estudos, sendo que cada uma gastou em média R$ 5 milhões. “Terá que ser feito um investimento de aproximadamente R$ 2 bilhões para atender a população e o município não tem esse dinheiro. Então a empresa faz esse investimento e se remunera ao longo de 25 anos pelo serviço. Levaremos quatro anos para a universalização da água e mais quatro para o esgoto. Porto Velho é a pior capital do Brasil em termos de saneamento básico, mas essa página pode ser virada. No ano que vem é possível iniciar o processo licitatório”, disse Hildon Chaves.

Ele também explicou a organização das finanças do município, apresentando comparativos dos dois primeiros anos da atual gestão com o mesmo período da administração anterior. Hildon Chaves lembrou que anteriormente foram gastos R$ 25 milhões com combustível, e na atual foram R$ 12 milhões. Antes, com manutenção de máquinas, houve R$ 24 milhões de despesas, e nesta gestão, 11 milhões. Com sinalização de trânsito, os gastos caíram de R$ 21 milhões para R$ 3,5 milhões.

“Aprendi com meu pai que se deve economizar o que pode para poder gastar no que precisa. Por isso a prefeitura comprou 146 ônibus para o transporte escolar à vista. É por isso que conseguimos fazer drenagem em Porto Velho”, finalizou Hildon Chaves. Estavam representadas na sede da Glomaron as 14 lojas maçônicas existentes na capital.

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